sexta-feira, 3 de maio de 2013

O Menino e o Mundo


Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de melhorá-los.
Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo.
O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar.
Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo.
Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva entregou ao filho dizendo:
- Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar.
Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!
Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa.
Passadas alguns minutos, ouviu o filho chamando-o calmamente.
A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho.
Seria impossível na sua idade conseguir recompor um mapa quem jamais havia visto.
Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo.
Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.
Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?
- Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel Do jornal para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de Um homem.
Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui.
Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.!!!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

As Três Peneiras

"Maria foi transferida de setor e, logo no primeiro dia, para "fazer média" com o chefe, saiu-se com esta: Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito da Helena. Disseram que ela... Nem chegou a terminar a frase, porque o chefe a interrompeu: Espere um pouco, Maria. O que você vai me contar passou pelo crivo das três peneiras? Que peneiras, chefe? A primeira é a verdade. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro? Não, não tenho. O que sei foi o que me contaram, mas eu acho que... E novamente foi interrompida pelo chefe: Então a sua história já vazou pela primeira peneira. Vamos para a segunda, que é a da bondade. O que você vai me contar, gostaria que dissessem também a seu respeito? Claro que não. Deus me livre, chefe! Maria disse assustada. Então, continuou o chefe: A sua história também vazou pela segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me este fato ou passá-lo adiante? Não, chefe. Passando pelo crivo das três peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar. Pois é, Maria. Já pensou como as pessoas seriam felizes se todos usassem essas três peneiras? Da próxima vez que surgir um boato, submeta-o ao crivo das três peneiras, verdade, bondade e necessidade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante - disse o chefe".


terça-feira, 16 de abril de 2013

O amor

"O amor é uma palavra que sempre chama a atenção.
Mesmo que agente não queria, o amor tem sempre razão... 
o amor e um sentimento, tão nobre , tão bonito, 
e dele que eu me alimento, e nele que eu acredito. 
O amor é uma flor que nasce no chão da verdade,
e quem plantar o amor só vai colher felicidade."


terça-feira, 9 de abril de 2013

ENVELHEÇO

Envelheço quando me fecho para as novas idéias e me torno radical...

Envelheço quando o novo me assusta e minha mente insiste no comodismo...

Envelheço quando meu pensamento abandona a casa e retorna sem nada...

Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar...

Envelheço quando penso muito em mim mesmo e me esqueço dos outros...

Envelheço quando penso em ousar mas temo o preço da ousadia...

Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma...

Envelheço quando tenho chance de amar mas vence o medo de arriscar...

Envelheço quando paro de lutar...