sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Tudo vale a pena se a alma não é pequena.

Quando acordamos temos sempre uma escolha. Poderemos ter um dia maravilhoso e superar qualquer obstaculo, ou poderemos apenas vegetar. Não importa a sua idade, cor, sexo, crença, profissão ou classe social. Temos uma missão muito simples: AMAR.
Amar a nós mesmos, amar a quem nos ama, amar os que não conhecem o amor e amar sem esperar algo em troca.
Se você pode ler esta mensagem, agradeça pelo dom da visão e se alguém a lê para você agradeça pelo dom de ouvir.
Agradeça pelos dias em que chegar tarde em casa depois da escola ou da faculdade, lembre-se das pessoas que gostariam de poder chegar tarde em casa devido a oportunidade de fazer um curso, ou mesmo de ter uma casa para chegar.
Agradeça pelos desafios que enfrenta no seu trabalho, pois há muitos que adorariam saber como é um dia de trabalho. Muitos gostariam de receber um salario para viver dignamente, para se alimentar adequadamente, para se vestir com roupas novas no ano novo.
Se você enfrenta filas, necessita caminhar para chegar num lugar distante ou enfrenta o transito, que bom, você pode andar, você pode dirigir e pode até ter um carro ou no mínimo tem condições para andar de ônibus.
E você tem a mesma missão de seus irmãos que enfrentam o desafio de andar, falar, ouvir, enxergar e os que procuram oportunidade para crescer assim como você, que quer viver dignamente: AMAR!


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Por que os Homens Fazem Sexo e as Mulheres fazem Amor?

De Allan e Barbara Pease

Este livro é muito divertido e contagiante, fala sobre as diferenças entre os homens e mulheres. Você provavelmente ira entender melhor as suas atitudes e a do sexo oposto e as influencias nos relacionamentos.
Em meio aos exemplos cotidianos, as gargalhadas  são garantidas e o conteúdo é indispensável. No entanto, senti falta da fonte dos estudos científicos comentados pelos autores.

Veja um trecho:
"ALGUMAS COISAS SÃO ÓBVIAS
Quando um homem vai ao banheiro, geralmente faz isso por uma razão específica. As mulheres usam o banheiro como espaço para reuniões sociais e sala de terapia. Podem entrar como estranhas e sair como amigas de infância. No entanto, se um homem disser: "Ei, cara, vou ao banheiro, quer ir comigo?", logo vai provocar suspeitas.
Homens tomam posse do controle remoto e ficam passando de um canal para outro. Mulheres não se importam de assistir aos comerciais. Sob pressão, os homens bebem e começam guerras. As mulheres comem chocolate e vão fazer compras.
As mulheres criticam os homens por seu descaso, sua insensibilidade, porque não sabem ouvir, não são gentis e compreensivos, não conversam nem demonstram carinho, não levam a sério os relacionamentos, querem fazer sexo em vez de fazer amor e deixam o tampo do vaso levantado.
Os homens criticam as mulheres por dirigirem mal, não serem capazes de entender os mapas das ruas (que quase sempre viram de cabeça para baixo), porque não têm senso de direção, falam demais sem chegar ao ponto principal, não tomam iniciativa no sexo e deixam o tampo do vaso abaixado.
Os homens nunca conseguem encontrar nada, mas seus CDs estão sempre arrumados em ordem alfabética. As mulheres são capazes de achar as chaves do carro que estavam per- didas, mas é muito difícil conseguirem chegar a um lugar pelo caminho mais lógico. Os homens acham que são o sexo mais prático. As mulheres sabem que são elas."

Quer entender o por quê destas diferenças? Então leia este livro e desvende a sua curiosidade. Boa leitura!

E veja outros livros dos autores em:
http://www.peaseinternational.com/Default.asp

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Você faz a diferença?

Conta-se que após um feriado prolongado, o professor entrou na sala da Universidade para dar sua aula, mas os alunos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.

Depois de tentar, educadamente, por várias vezes, conseguir a atenção dos alunos para a aula, o professor perdeu a paciência e disse: "prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez".

Um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou.

"Desde que comecei a lecionar, e isso já faz muitos anos, descobri que nós professores trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma.

Em todos esses anos observei que, de cada cem alunos apenas cinco fazem realmente alguma diferença no futuro.

Apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo.

Se vocês prestarem atenção notarão que, de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença.

De cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; de 100 conhecidos, quando muito, 5 são verdadeiros amigos, fraternos e de absoluta confiança.

E podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

É uma pena não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora.

Assim, então, teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo, sabendo ter investido nos melhores.

Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso.

Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.

Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.

Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje".

O silêncio se instalou na sala e o nível de atenção foi total.

Afinal, nenhum dos alunos desejava fazer parte do "resto", e sim, do grupo daqueles que realmente fazem a diferença.

Mas, como bem lembrou o sábio professor, só o tempo dirá a que grupo cada um pertencerá. Só a atuação diária de cada pessoa a classificará, de fato, num ou noutro grupo.

Pense nisso!

Se você deseja pertencer ao grupo dos que realmente fazem a diferença, procure ser especial em tudo o que faz.

Desde um simples bilhete que escreve, às coisas mais importantes, faça com excelência.

Seja fazendo uma faxina, atendendo um cliente, cuidando de uma criança ou de um idoso, limpando um jardim ou fazendo uma cirurgia, seja especial.

Para ser alguém que faz a diferença, não importa o que você faz, mas como faz.

Ou você faz tudo da melhor forma possível, ou fará parte do "resto".

Pense nisso e seja alguém que faz a diferença...

Alguém que, com sua ação, torna a vida das pessoas melhor.
 


Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria do Frei Aldo Colombo.

domingo, 4 de setembro de 2011

Atenção para a História das Coisas!!!



A História das Coisas - Português


A História da Água Engarrafada - Legendado

A História dos Cosméticos - Legendado

(Lá você encontrará mais vídeos)


Vamos fazer algo novo!!!